Via Sacra pelo centro de Braga

23 de março, segunda-feira, 21h00  |  Centro de Braga

 

Há caminhos que se fazem com os pés e outros com o coração. Propomos-lhe ambos: um momento de introspeção e presença enquanto peregrinamos pela cidade. Somos convidados a caminhar como quem reza, a fazer do passo um gesto de escuta e do caminho um lugar de encontro.

 

 

Organização: Pastoral Juvenil, Pastoral Universitária, Pastoral Vocacional, Seminário Conciliar e Centros Universitários/juvenis da Arquidiocese de Braga

Exposição “Jesus, fermento de vida”

20 de março a 24 de abril |  Palácio do Raio

 

Artista: João Osvaldo

 

Sinopse: Nesta exposição de pintura e colagens, o artista pretende provocar no outro, na ação do seu olhar silencioso, o despertar do renovar de emoções e sentimentos transmissores de valores culturais, estéticos, de fé e amor em Cristo.

 

Na execução progressiva desta obra, resultante de atos íntimos e contemplativos, procurou não entrar em labirintos que conduzissem ao erro interpretativo de tão sério e doloroso conteúdo. João Osvaldo partilha a experiência do seu olhar compadecido pela dolorosa Paixão de Cristo, mártir de Amor vivido no Calvário, na Sua entrega total à vontade do Pai. 

 

 

Iniciativa: Santa Casa da Misericórdia de Braga

“Os Loghismoí de Evágrio Pôntico e o Apocalypsis Iesu Christi segundo Giancarlo Pavanello”

14 de março a 7 de abril  | Capela Imaculada N. Sra. da Conceição

 

Sinopse: Antes de serem vícios, os pecados capitais foram “pensamentos”, “sussurros”, “sugestões”, “imagens”. Foram loghismoí, isto é, pensamentos malignos, espíritos de malvadez. O primeiro a sistematizar os loghismoí (pensamentos malignos) foi o padre do deserto Evágrio Pôntico (345-399), iniciando uma tradição que confluiu, mais tarde, na elaboração da doutrina dos Sete Pecados Capitais inserida no Catecismo da Igreja Católica. Evágrio não era apenas um místico: era um psicólogo da alma, um cartógrafo do espírito, que desenhou um mapa interior com espantosa lucidez listando oito vícios. “Oito são, no total, os tipos de pensamentos que compreendem todos os outros: o primeiro é o da gula, depois o da fornicação, o terceiro o da avareza, o quarto o da tristeza, o 

O tema do Apocalypse acompanha, dir-se-ia, a história de toda a humanidade, quando entendido em sentido figurado como sinónimo de “destruição e morte”, “catástrofe planetária”, “fim do mundo”, mas também – e não menos – no seu significado próprio, etimológico e escatológico, de revelação. Assim o sugere a imaginação desenfreada do evangelista João, a partir de uma preposição grega 

Giancarlo Pavanello (1944), artista italiano, proveniente do mundo da Poesia visual, em sentido amplo, com um percurso único e original, reflete sobre os Pecados Capitais hoje, em 9 painéis verbo-visivos, e enriquece a sua meditação pessoal com uma nova obra sobre o Apocalipse de São João, um políptico de 7 quadros, com técnica mista (têmpera, tinta, marcador indelével), de 70 x 50cm, com textos bíblicos em latim.

 

 

Vernisage: 14 março, às 16h00, Capela Imaculada Conceição

 

 

Apresentação: Rev. Doutor João Paulo Costa: “Os Loghismoí e o Apocalypsis de Giancarlo Pavanello: uma “pintura encarnada” para invisuais que somos”.

 

Leituras dos textos das obras “Loghismoí” e “Apocalypsis”.

 

 

Organização e Patrocínio: Comissão da Semana Santa de Braga e Zet Gallery

Exposição “Caminho de Páscoa: do silêncio à vida”

18 fevereiro a 11 abril | Museu Pio XII

 

“No caminho de Páscoa: do silêncio à vida” é um convite a caminhar.A caminhar por dentro, com verdade.A caminhar com os outros, em comunhão.A caminhar com Deus, rumo à Páscoa.

Inspirada na Mensagem Quaresmal dos Bispos da Arquidiocese de Braga, esta exposição propõe um percurso espiritual que parte do silêncio, atravessa a fragilidade e abre-se à Vida nova. Cada espaço convida a parar, a escutar e a deixar-se tocar, reconhecendo os desertos da vida e acreditando que Deus continua a cuidar do jardim do nosso coração.Não se trata apenas de ver, mas de fazer caminho. Um caminho pascal real, feito de fragilidades assumidas, de esperança cultivada e de fé vivida em comunidade. A Páscoa não é um ponto de chegada já conquistado. É um caminho que começa agora.”

 

 

Iniciativa: Museu Pio XII