11 de março, domingo, 15h00 | Partida da igreja de Santa Cruz
Procissão de Penitência ao Bom Jesus do Monte. Segue-se missa campal.
Mais informações aqui.
– Organização da Confraria do Bom Jesus –
Procissão de Penitência ao Bom Jesus do Monte. Segue-se missa campal.
Mais informações aqui.
– Organização da Confraria do Bom Jesus –
O Domingo de Ramos é o pórtico de entrada na Semana Santa. Neste dia, a Igreja comemora a entrada de Jesus em Jerusalém, para consumar o seu mistério pascal. É uma entrada que prefigura e preludia a sua entrada, pela Ressurreição gloriosa, na Jerusalém Celeste. Jesus, porém, quis chegar ao triunfo passando pela Paixão e Morte. Por isso se lê, na Missa de Ramos, o evangelho da Paixão. Os fiéis são convidados a olhar para Jesus, o qual «sofreu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigamos os seus passos» (1 Pd 2, 21).
11h00 — Na igreja do Seminário, o Arcebispo procede à solene bênção dos ramos.
11h15 — Em seguida, desfila a Procissão dos Ramos em direcção à Catedral, percorrendo a Rua D. Gonçalo Pereira. Qual o seu significado? Cinco dias antes da morte, Jesus, manso e humilde, montado num jumentinho, desceu do Monte das Oliveiras em direcção a Jerusalém. O povo saiu-lhe ao encontro, atapetando o caminho com os seus mantos e com ramos de árvores. As crianças e todo o povo aplaudiam-no com entusiasmo: «Hossana ao Filho de David! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hossana nas alturas!».
À entrada da catedral, o Arcebispo ritualiza a entrada de Jesus em Jerusalém (segundo o antigo costume do Rito Bracarense), com o diálogo entre Jesus e os guardiões da cidade, a cujas três batidas na porta, com a cruz, são sensíveis e abrem os pórticos antigos.
11h30 — Segue-se a entrada na catedral, onde o Arcebispo celebra a solene Missa do Domingo de Ramos.
A noite do sábado antes de Ramos é como uma primeira Vigília, de caráter penitencial, a preparar a Semana Santa, tal como, no sábado seguinte, a Vigília Pascal será a celebração festiva do triunfo de Jesus sobre a morte.
Esta Procissão, em que se faz a trasladação da imagem do Senhor dos Passos, inicia-se na Igreja de Santa Cruz com destino à Igreja do Seminário, percorrendo a Rua do Anjo, Largo de Santiago (onde será cantado o Miserere e outros motetes) e Largo de S. Paulo (ver também o mapa interativo).
22h00 – Via Sacra
Recolhida a procissão, segue-se a Via Sacra, com o povo cantando os “Martírios” e percorrendo, pela sua ordem, as seguintes “estações” ou “calvários”, em que estão representados oito dos “passos” de Cristo no seu caminho para o Calvário. Estes têm a seguinte identificação e localização:
I
Jesus toma a sua cruz
Largo de São Paulo
—
II
Jesus encontra Sua Mãe
Largo de Santiago
—
III
Jesus cai por terra
Rua de S. Paulo
—
IV
A Verónica limpa o rosto de Jesus
Rua D. Paio Mendes
—
V
A caminho do Calvário
Casa do Igo (Campo das Carvalheiras)
—
VI
Jesus consola as mulheres de Jerusalém
Arco da Porta Nova
—
VII
Segunda queda
Largo do Paço
—
VIII Jesus é pregado na cruz
Casa dos Coimbras
– Organizada pela Irmandade de Santa Cruz –
Organizado pela primeira vez em 2013 pela Irmandade do Mártir São Vicente, este cortejo integra desde 2014 o Programa da Semana Santa de Braga.
Participam neste cortejo além da Irmandade do Mártir São Vicente, enquanto instituição organizadora, as paróquias/freguesias de Cabreiros, Celeirós, Crespos, Figueiredo, Real e, a Irmandade de Santa Cruz de Braga.
Este Cortejo de Guiões tem como principais objetivos:
– Valorizar este importante património concelhio que são os Guiões que abrem as Procissões dos Passos que se realizam no Concelho de Braga;
– Revitalizar as mais características tradições da quadra da Paixão de Cristo;
– Enriquecer a dinâmica da Semana Santa.
– Promover junto dos bracarenses e a quem nos visita, as diversas Procissões de Passos realizados pelas paróquias/freguesias do arciprestado de Braga.
Além dos Guiões e demais bandeiras, cada Irmandade/Paróquia faz-se também representar no Cortejo, com um quadro bíblico mais significativo das suas Procissões.
– Organização da Irmandade de S. Vicente –
Itinerário (ver também mapa interativo):
Igreja de S. Vicente — Rua de São Vicente — Rua dos Chãos — Largo de São Francisco — Rua dos Capelistas — Rua Justino Cruz — Rua do Souto — Sé Catedral.
Domingo de Ramos
O Domingo de Ramos é o pórtico de entrada na Semana Santa. Neste dia a Igreja comemora a entrada de Jesus em Jerusalém, para consumar o seu mistério pascal. É uma entrada que prefigura e preludia a sua entrada, pela Ressurreição gloriosa, na Jerusalém Celeste. Jesus, porém, quis chegar ao triunfo passando pela Paixão e Morte. Por isso se lê, na Missa de Ramos, o evangelho da Paixão. Os fiéis são convidados a olhar para Jesus, o qual «sofreu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigamos os seus passos» (1 Pd 2, 21).
O dia começa com a
Bênção e Procissão dos Ramos
Nesta igreja, o Arcebispo procede à solene bênção dos ramos. Em seguida, desfila a Procissão dos Ramos em direção à Catedral, percorrendo a Rua D. Gonçalo Pereira. Qual o seu significado?
Cinco dias antes da morte, Jesus, manso e humilde, montado num jumentinho, desceu do Monte das Oliveiras em direção a Jerusalém. O povo saiu-lhe ao encontro, atapetando o caminho com os seus mantos e com ramos de árvores. As crianças e todo o povo aplaudiam-no com entusiasmo: “Hossana ao Filho de David! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hossana nas alturas!”.
A solene Procissão dos Passos oferece aos espetadores, em quadros alegóricos e encenação dramática, o mesmo que, na Missa de Ramos, foi lido no evangelho da Paixão e recorda-nos que Jesus «sofreu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigamos os seus passos» (1 Pd 2, 21). Nela desfilam as figuras que intervieram no julgamento, condenação e morte de Jesus: soldados, algozes e inimigos; mas também Cireneus amigos, Madalenas arrependidas e piedosas mulheres. O próprio Jesus, o «Senhor dos Passos», levando a cruz às costas, atravessa as ruas da Cidade, como outrora percorreu as de Jerusalém. Integram-se na frente da procissão os guiões das Irmandades dos Passos do Arciprestado de Braga.
A procissão detém-se junto à igreja de Santa Cruz, para o Sermão do Encontro
No decurso deste sermão, os ouvintes assistem ao comovente encontro de Jesus com sua Mãe Dolorosa, a “Senhora das Dores”.
– Organizada pela Irmandade de Santa Cruz –
Itinerário (ver também mapa interativo)
Segue o itinerário dos “Passos” ou “Calvários”: Igreja do Seminário — Largo de Paulo Orósio — Rua do Alcaide — Campo de Santiago — Rua do Anjo — Largo Carlos Amarante (contornando-o) — Largo de S. João do Souto — Rua D. Afonso Henriques — Rua D. Gonçalo Pereira — Rua D. Paio Mendes — Av. S. Miguel-o-Anjo — Arco da Porta Nova — Rua D. Diogo de Sousa — Largo do Paço — Rua do Souto — Largo do Barão de S. Martinho — Rua de S. Marcos — recolhendo à Igreja de Santa Cruz.
Cortejo bíblico “Vós sereis o meu povo” – Procissão de Nossa Senhora da “burrinha”
Organizado, desde 1998, pela Paróquia e pela Junta de Freguesia de S. Victor, este eloquente cortejo apresenta a pré-história do Mistério Pascal de Jesus que a Igreja celebra nos dias seguintes. Desde o chamamento de Abraão, passando pela era dos Patriarcas, pela escravidão no Egipto e gesta libertadora de Moisés (prefiguração de Cristo), até à infância de Jesus, incluindo a sua fuga para aquele país com José e Maria com o Menino montada numa burrinha, desfilam, em sucessão cronológica e em verdadeira catequese viva, profetas, reis, figuras eminentes, símbolos e quadros bíblicos do Antigo Testamento. No essencial, assim é figurada a Aliança de Deus com o seu povo — «Vós sereis o meu povo» — e prefigurada a Nova Aliança que será selada com o sangue de Cristo.
– Organização da Paróquia e Junta de Freguesia de S. Vitor –
Itinerário (ver também mapa interativo)
Igreja de S. Victor — Largo da Senhora-a-Branca — Avenida Central (lado norte) — Largo de S. Francisco — Rua dos Capelistas — Jardim de Santa Bárbara — Rua do Souto — Largo do Barão de S. Martinho — Avenida Central (lado sul) — Largo da Senhora-a-Branca — Igreja de S. Victor.
Procissão do Enterro do Senhor
Esta imponente procissão, de todas a mais solene e comovente, leva pelas ruas da Cidade o esquife do Senhor morto. É precedido por um andor com a cruz despida e seguido pelo da Senhora das Dores. Acompanham-no diversas irmandades, cavaleiros das Ordens Soberana de Malta e do Santo Sepulcro de Jerusalém, Capitulares da Sé, corporações diversas e autoridades. Em sinal de luto, os Capitulares e os membros das Confrarias vão de cabeça coberta. Para mostrar a sua dor, as figuras alegóricas ostentam um véu de luto. As matracas dos farricocos vão silenciosas. As bandeiras e estandartes, com tarja de luto, arrastam-se pelo chão.
Organizada pelo Cabido da Catedral, Irmandades da Misericórdia e de Santa Cruz e Comissão da Semana Santa.
Itinerário (ver também mapa interativo)
Sé — Rua D. Gonçalo Pereira — Largo de S. Paulo — Largo de Paulo Orósio — Rua do Alcaide — Campo de Santiago — Rua do Anjo — Rua de S. Marcos — Largo Barão de S. Martinho — Rua do Souto — Largo do Paço — Rua D. Diogo de Sousa — Arco da Porta Nova — Av. S. Miguel-o-Anjo — Rua D. Paio Mendes — Sé.
Procissão do Senhor «Ecce Homo»
Organizada desde tempos antigos, esta procissão evoca o julgamento de Jesus, ao mesmo tempo que celebra a misericórdia por Ele ensinada. Abre o cortejo o exótico grupo dos farricocos com grosseiras vestes de penitência, descalços e encapuçados, de cordas à cinta, como outrora os penitentes públicos, uns empunhando matracas e outros alçando fogaréus (taças com pinhas a arder). Daí chamar-se também “Procissão dos Fogaréus”. Integrados na procissão, os fogaréus evocam os guardas que, munidos de archotes, foram, de noite, prender Jesus.
A imagem do Senhor “Ecce Homo” (ou “Senhor da cana verde”) representa o Cristo que se declarara rei e que o governador romano pôs a ridículo pondo-lhe na mão um simulacro de ceptro (uma cana verde). Foi assim que Pilatos o apresentou à multidão, dizendo: — “Eis aí o Homem!”.
Além de muitas figuras alegóricas da Ceia e do julgamento de Jesus, desde 2004 incorporam-se na procissão alegorias das catorze obras de misericórdia, bem como figuras históricas ligadas à fundação e à história das Misericórdias, especialmente à de Braga. Desde há alguns anos incorporam-se também várias Irmandades da Misericórdia de diversos pontos do País.
– Organização da Irmandade da Misericórdia –
Itinerário (ver também o mapa interativo)
Igreja da Misericórdia — Rua D. Diogo de Sousa — Arco da Porta Nova — Av. S. Miguel-o-Anjo — Rua D. Paio Mendes — Rua D. Gonçalo Pereira — Largo de S. Paulo — Largo de Paulo Orósio — Rua do Alcaide — Campo de Santiago — Rua do Anjo — Rua de S. Marcos — Largo Barão de S. Martinho — Rua do Souto — Largo do Paço — Igreja da Misericórdia.
A noite do sábado antes de Ramos é como uma primeira Vigília, de carácter penitencial, a preparar a Semana Santa, tal como, no sábado seguinte, a Vigília Pascal será a celebração festiva do triunfo de Jesus sobre a morte.
21h30 – Procissão em que se faz a trasladação da imagem do Senhor dos Passos, da Igreja de Santa Cruz para a Igreja do Seminário, percorrendo a Rua do Anjo, Largo de Santiago (onde serão cantados o Miserere e outros motetes), e Largo de S. Paulo.
22h00 – Recolhida a Procissão, segue-se a Via Sacra, com o povo cantando os «Martírios» e percorrendo, pela sua ordem, as seguintes «estações» ou «calvários», em que estão representados oito dos «passos» de Cristo no seu caminho para o Calvário. Estes têm a seguinte identificação e localização:
1ª Estação – Jesus toma a sua cruz
Largo de São Paulo
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2ª Estação – Jesus encontra Sua Mãe
Largo de Santiago
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3ª Estação – Jesus cai por terra
Rua de S. Paulo
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4ª Estação – A Verónica limpa o rosto de Jesus
Rua D. Paio Mendes
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5ª Estação – A caminho do Calvário
Casa do Igo (Campo das Carvalheiras)
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6ª Estação – Jesus consola as mulheres de Jerusalém
Arco da Porta Nova
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7ª Estação – Segunda queda
Largo do Paço
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8ª Estação – Jesus é pregado na cruz
Casa dos Coimbras
O andor do Senhor dos Passos recolhe à igreja do Seminário (S. Paulo), de onde sairá no dia seguinte a Procissão dos Passos.