Coro e Orquestra da Santa Casa da Misericórdia de Braga

– Coro da Santa Casa da Misericórdia de Braga (direcção: Hugo Torres) 

– Coro Juvenil do Conservatório Bomfim (direcção: Alexandra Soares Ribeiro)

– Orquestra de Cordas do Conservatório Bomfim (direcção: Célio Vieira Peixoto)

 

1ª parte

“Nimrod”, E. Elgar
“Andante Festivo”, J. Sibelius

 

Orquestra de Cordas do Conservatório Bomfim
Direcção: Célio Vieira Peixoto

 

2ª parte

“Aus Liebe Will mein Heiland Sterben” (Paixão Segundo S. Mateus), J. S. Bach
“Nun beut die Flur” (A Criação), J. Haydn

 

Soprano: Ana Paula Matos órgão: Mª do Céu Camposinhos

 

3ª parte

“Todo aquele que crê e vive em Mim”, Fernando Lapa
“Levantai, ó portas!”, António Cartageno
“Va, Pensiero” (Nabucco), Giuseppe Verdi

 

Coro da Santa Casa da Misericórdia de Braga
Direcção: Hugo Torres
Órgão: Mª do Céu Camposinhos

 

4ª parte

“Jesus, Alegria dos Homens” (Cantata 147), J. S. Bach
“Halleluja” – Leonard Cohen “You raise me up”, Rolf Lovland

 

Coro Juvenil do Conservatório Bomfim
Soprano solista: Ana Paula Matos

Orquestra de Cordas do Conservatório Bomfim
Direcção: Célio Vieira Peixoto
Órgão: Mª do Céu Camposinhos

 

– Organização da Santa Casa da Misericórdia de Braga –

 

Patrocínio: BPI e Vila Galé Hotéis

 

[Entrada livre]

 

 

Farricocos no centro da cidade

Um grupo de farricocos da Santa Casa da Misericórdia, com as suas ruidosas matracas, percorre diversas artérias da cidade, chamando os Irmãos da Misericórdia para a Procissão dessa noite.

 

– Iniciativa da Irmandade da Misericórdia de Braga –

 

 
História e significado

Na sua origem pagã, eram um grupo de mascarados que percorria as ruas, anunciando a passagem dos condenados e relatando os seus crimes. Já «cristianizados», em tempos antigos, conforme a mentalidade de então, percorriam as ruas chamando os pecadores públicos à sua reintegração na Igreja, depois de arrependidos e perdoados. Era a forma do tempo, de entender a misericórdia para com os pecadores, aos quais tinha sido aplicada a indulgência (ou «endoença»).

Atualmente, atribui-se-lhe um significado substitutivo e residual, de chamamento dos Irmãos da Misericórdia para a procissão da noite. O uso das ruidosas «matracas» para este efeito foi instituído em anos remotos para substituir o toque dos sinos, que nos dias maiores da Semana Santa ficavam silenciosos.