19 de março a 20 de maio | Museu dos Biscaínhos
Exposição da autoria de Alberto Vieira
Iniciativa: Comissão da Semana Santa de Braga
Exposição da autoria de Alberto Vieira
Iniciativa: Comissão da Semana Santa de Braga
Sinopse: Antes de serem vícios, os pecados capitais foram “pensamentos”, “sussurros”, “sugestões”, “imagens”. Foram loghismoí, isto é, pensamentos malignos, espíritos de malvadez. O primeiro a sistematizar os loghismoí (pensamentos malignos) foi o padre do deserto Evágrio Pôntico (345-399), iniciando uma tradição que confluiu, mais tarde, na elaboração da doutrina dos Sete Pecados Capitais inserida no Catecismo da Igreja Católica. Evágrio não era apenas um místico: era um psicólogo da alma, um cartógrafo do espírito, que desenhou um mapa interior com espantosa lucidez listando oito vícios. “Oito são, no total, os tipos de pensamentos que compreendem todos os outros: o primeiro é o da gula, depois o da fornicação, o terceiro o da avareza, o quarto o da tristeza, o
O tema do Apocalypse acompanha, dir-se-ia, a história de toda a humanidade, quando entendido em sentido figurado como sinónimo de “destruição e morte”, “catástrofe planetária”, “fim do mundo”, mas também – e não menos – no seu significado próprio, etimológico e escatológico, de revelação. Assim o sugere a imaginação desenfreada do evangelista João, a partir de uma preposição grega
Giancarlo Pavanello (1944), artista italiano, proveniente do mundo da Poesia visual, em sentido amplo, com um percurso único e original, reflete sobre os Pecados Capitais hoje, em 9 painéis verbo-visivos, e enriquece a sua meditação pessoal com uma nova obra sobre o Apocalipse de São João, um políptico de 7 quadros, com técnica mista (têmpera, tinta, marcador indelével), de 70 x 50cm, com textos bíblicos em latim.
Vernisage: 14 março, às 16h00, Capela Imaculada Conceição
Apresentação: Rev. Doutor João Paulo Costa: “Os Loghismoí e o Apocalypsis de Giancarlo Pavanello: uma “pintura encarnada” para invisuais que somos”.
Leituras dos textos das obras “Loghismoí” e “Apocalypsis”.
Organização e Patrocínio: Comissão da Semana Santa de Braga e Zet Gallery
“No caminho de Páscoa: do silêncio à vida” é um convite a caminhar.A caminhar por dentro, com verdade.A caminhar com os outros, em comunhão.A caminhar com Deus, rumo à Páscoa.
Inspirada na Mensagem Quaresmal dos Bispos da Arquidiocese de Braga, esta exposição propõe um percurso espiritual que parte do silêncio, atravessa a fragilidade e abre-se à Vida nova. Cada espaço convida a parar, a escutar e a deixar-se tocar, reconhecendo os desertos da vida e acreditando que Deus continua a cuidar do jardim do nosso coração.Não se trata apenas de ver, mas de fazer caminho. Um caminho pascal real, feito de fragilidades assumidas, de esperança cultivada e de fé vivida em comunidade. A Páscoa não é um ponto de chegada já conquistado. É um caminho que começa agora.”
Iniciativa: Museu Pio XII
Exposição de escultura contemporânea da autoria de Alberto Vieira
Iniciativa: Município de Braga
Orquestra do Distrito de Braga
Coro do Distrito de Braga e Solistas
Direção Musical: Maestro Diogo Costa
Organizacão: Comissão da Semana Santa de Braga
Patrocínio: Arquidiocese de Braga, Associação Mutualista Montepio, Braga Parque, Carclasse, Costeira Empreiteiros, Hotéis do Bom Jesus, Lusíadas Hospital de Braga, MCM, MossGreen, Sabseg, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e Vila Galé Hotéis.
Orquestra e Coro do Departamento de Música – Universidade do Minho
Organizacão: Irmandade de Santa Cruz
Grupo de Cantares “Mulheres do Minho” e Grupo Coral Guadalupe e Porta Nova.
Organização: Comissão Organizadora da Procissão da Burrinha
Coro da Santa Casa da Misericórdia de Braga e Musicare – Associação Cultural
Organizacão: Santa Casa da Misericórdia de Braga
Coro e Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian
Direcção Musical: Jorge Ribeiro (Orquestra) e Ana Rute Rei (Coro)
Organizacão: Conservatório de Música Calouste Gulbenkian
Concerto inédito de viola braguesa a que se juntam os sinos da Catedral