“Os Loghismoí de Evágrio Pôntico e o Apocalypsis Iesu Christi segundo Giancarlo Pavanello”

14 de março a 7 de abril  | Capela Imaculada N. Sra. da Conceição

 

Sinopse: Antes de serem vícios, os pecados capitais foram “pensamentos”, “sussurros”, “sugestões”, “imagens”. Foram loghismoí, isto é, pensamentos malignos, espíritos de malvadez. O primeiro a sistematizar os loghismoí (pensamentos malignos) foi o padre do deserto Evágrio Pôntico (345-399), iniciando uma tradição que confluiu, mais tarde, na elaboração da doutrina dos Sete Pecados Capitais inserida no Catecismo da Igreja Católica. Evágrio não era apenas um místico: era um psicólogo da alma, um cartógrafo do espírito, que desenhou um mapa interior com espantosa lucidez listando oito vícios. “Oito são, no total, os tipos de pensamentos que compreendem todos os outros: o primeiro é o da gula, depois o da fornicação, o terceiro o da avareza, o quarto o da tristeza, o 

O tema do Apocalypse acompanha, dir-se-ia, a história de toda a humanidade, quando entendido em sentido figurado como sinónimo de “destruição e morte”, “catástrofe planetária”, “fim do mundo”, mas também – e não menos – no seu significado próprio, etimológico e escatológico, de revelação. Assim o sugere a imaginação desenfreada do evangelista João, a partir de uma preposição grega 

Giancarlo Pavanello (1944), artista italiano, proveniente do mundo da Poesia visual, em sentido amplo, com um percurso único e original, reflete sobre os Pecados Capitais hoje, em 9 painéis verbo-visivos, e enriquece a sua meditação pessoal com uma nova obra sobre o Apocalipse de São João, um políptico de 7 quadros, com técnica mista (têmpera, tinta, marcador indelével), de 70 x 50cm, com textos bíblicos em latim.

 

 

Vernisage: 14 março, às 16h00, Capela Imaculada Conceição

 

 

Apresentação: Rev. Doutor João Paulo Costa: “Os Loghismoí e o Apocalypsis de Giancarlo Pavanello: uma “pintura encarnada” para invisuais que somos”.

 

Leituras dos textos das obras “Loghismoí” e “Apocalypsis”.

 

 

Organização e Patrocínio: Comissão da Semana Santa de Braga e Zet Gallery

Exposição “Caminho de Páscoa: do silêncio à vida”

18 fevereiro a 11 abril | Museu Pio XII

 

“No caminho de Páscoa: do silêncio à vida” é um convite a caminhar.A caminhar por dentro, com verdade.A caminhar com os outros, em comunhão.A caminhar com Deus, rumo à Páscoa.

Inspirada na Mensagem Quaresmal dos Bispos da Arquidiocese de Braga, esta exposição propõe um percurso espiritual que parte do silêncio, atravessa a fragilidade e abre-se à Vida nova. Cada espaço convida a parar, a escutar e a deixar-se tocar, reconhecendo os desertos da vida e acreditando que Deus continua a cuidar do jardim do nosso coração.Não se trata apenas de ver, mas de fazer caminho. Um caminho pascal real, feito de fragilidades assumidas, de esperança cultivada e de fé vivida em comunidade. A Páscoa não é um ponto de chegada já conquistado. É um caminho que começa agora.”

 

 

Iniciativa: Museu Pio XII

“Credo” de Souza Monteiro (1829-1906) – “Stabat Mater” Karl Jenkins (1944-)

31 de março, terça-feira Santa, 21h30  |  Catedral de Braga

 

Orquestra do Distrito de Braga

Coro do Distrito de Braga e Solistas

Direção Musical: Maestro Diogo Costa

 

 

Organizacão: Comissão da Semana Santa de Braga

 

Patrocínio: Arquidiocese de Braga, Associação Mutualista Montepio, Braga Parque, Carclasse, Costeira Empreiteiros, Hotéis do Bom Jesus, Lusíadas Hospital de Braga, MCM, MossGreen, Sabseg, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e Vila Galé Hotéis.