Escultura e pintura de Ricardo Campos e Bruno Marques.
Museu Pio XII
Terça a domingo, das 9:30h às 12:30h e das 14:30h às 18h
– Organização do Museu Pio XII –
Escultura e pintura de Ricardo Campos e Bruno Marques.
Museu Pio XII
Terça a domingo, das 9:30h às 12:30h e das 14:30h às 18h
– Organização do Museu Pio XII –
É inaugurada no sábado, dia 7, pelas 18h, no Museu da Imagem, em Braga, a exposição de fotografia dos premiados da passada edição do concurso de fotografia “A Semana Santa de Braga”.
Na mesma ocasião será anunciado o lançamento da 7ª edição do Concurso, iniciativa da Comissão da Semana Santa de Braga, e que continua a contar com o patrocínio exclusivo da prestigiada marca Canon, com o apoio da entidade regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal e da loja Fnac de Braga, e este ano como media partner com o jornal Diário do Minho.
No âmbito das iniciativas culturais da Procissão da Burrinha, realiza-se amanhã, dia 21 de março, o Concerto de Música Sacra, na Igreja de S.Victor, às 21h30.
Este concerto de música, de entrada livre, contará com a presença do Coro Baiona A Real, grupo que se associa à dinamização cultural da Procissão da Burrinha.
O Coral Polifónico Baiona A Real foi fundado em Janeiro de 1989 por várias pessoas do concelho de Baiona. Atualmente é constituído por 23 pessoas, superiormente dirigido por D. César Lorenzo Álvarez. Tem percorrido toda a Galiza em concerto e missas solenes, tendo tido a oportunidade de já ter apresentado o seu trabalho nas Astúrias, Andaluzia , Portugal e França.
Tem obtido nos últimos anos o reconhecimento público e tem arrecado vários prémios. No ano 2000 gravou um CD com a ajuda da Rádio Galega, tendo, logo de seguida, participado na banda sonora do filme “ O Lápis de Carpinteiro” e na apresentação do livro “Talasonimia da costa Sul da Galiza”.
O seu repertório é bastanto amplo, diverso e inovador, destacando a música contemporânea, tanto sacra como popular ou de raízes folclóricas de todo o mundo.
Em tributo à Semana Santa de Braga, o Coro Polifónico Baiona A Real irá entoar os mais belos cânticos sacros.
De acordo com o previsto, realizou-se ontem, dia 17 de abril, pelas 21h30, na FNAC BRAGA (Braga Parque), a conferência de imprensa relativa ao anúncio dos premiados na 7ª edição do Concurso de Fotografia subordinado ao tema “A Semana Santa de Braga”.
Composição da mesa de apresentação do evento: cónego Dr. Jorge Coutinho, presidente da Comissão da Semana Santa de Braga; pelo Dr. Domingos Araújo, da loja FNAC de Braga (pelo apoio ao evento) e em representação do patrocinador, a Canon; pelo Dr. Luís Carlos Fonseca, diretor comercial do Diário do Minho (pelo apoio à divulgação); pelo Dr. Marco Sousa, administrador-delegado (com o pelouro do turismo religioso da Porto e Norte de Portugal); e ainda pelo representante da Comissão e organizador do Concurso, Abel Rocha.
Abel Rocha começou por partilhar com os presentes algumas informações relevantes sobre esta edição do Concurso:
Número de pré-inscrições: 203 (com limite de 250) / Concorrentes: 101 (um aumento de 24% relativamente ao ano anterior);
A qualidade global dos trabalhos foi elevada, o que se torna um hábito e um aspecto muito significativo deste Concurso;
522 fotografias a concurso;
A média de idades total foi de aprox. 40 anos, num intervalo do 18 aos 76 anos;
Aprox. 60% do sexo feminino / 40% do sexo masculino (uma autêntica inversão relativamente ao ano anterior);
Aprox. 75 % do Concelho de Braga. Outras localidades: Caminha, Viana do Castelo, Ponte de Lima, Vila Verde, Póvoa do Lanhoso, Guimarães, Famalicão, Ermesinde, Rio Tinto, Valongo, Maia, Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Torres Novas, Lisboa e ainda de Cuernavaca Morelos (México);
1º, 2º e 3º prémios atribuídos e ainda todas as 10 menções honrosas previstas no Regulamento.
Em seguida, Abel Rocha congratulou os vários participantes, o júri, a própria Comissão da Semana Santa e as marcas envolvidas: o patrocinador, a reputada marca Canon; a Fnac; e o apoio à divulgação por parte da Porto e Norte de Portugal e do jornal Dário do Minho.
Recordam-se os prémios a concurso:
1º Prémio
Canon EOS 700D C/ 18-135 IS Pack (no valor de 799 €) + assinatura digital anual do Diário do Minho
2º Prémio
Canon EOS 100D C/ 18-135 IS Pack (no valor de 649 €) + assinatura digital anual do Diário do Minho
3º Prémio
Canon Pixma MG7550 BLK WIFI/NFC (no valor de 179 €) + assinatura digital anual do Diário do Minho
Para todas as Menções Honrosas: Assinatura digital anual do Diário do Minho + impressão gratuita de 50 fotos na FNAC *
Todos os premiados receberam um Diploma de Participação.
* Exclusivamente para impressões em papel fotográfico até ao formato 20×30
Seguiu-se o anúncio dos premiados e entrega de prémios:
1º Prémio
Carlos Elísio Teixeira Vasconcelos Silva, 49 anos, de Braga
2º Prémio
Luís Filipe Gomes Vilaça, 23 anos, de Braga
3º Prémio
José Alves, 26 anos, de Braga
Menções Honrosas
Luis Filipe Ascenso, 64 anos, de Lisboa
Mário da Cruz Rocha, 55 anos, de Vile, Caminha
Teresa Ricca, 54 anos, de Braga
Luis Braga Simões, 51 anos, de Braga
Vítor Nuno Gomes Pinto Ferreira, 45 anos, de Caminha
Nuno Sousa, 42 anos, de Barcelos
José Rodrigo de Carvalho Faria Lima, 41 anos, de Braga
Nuno Mendes, 41 anos, da Senhora-da-Hora, Matosinhos
Carlos Ferreira, 42 anos, de Braga
Renato Cruz, 44 anos, de Braga
Foi recordado que os trabalhos premiados serão alvo de exposição, evento que integrará o programa oficial da Semana Santa de Braga 2016.
Todos os trabalhos fotográficos premiados nesta 7ª edição estão já patentes no sítio oficial da Semana Santa de Braga, aqui.
No final, foi ainda sorteada uma assinatura digital anual do Diário do Minho entre todos os visitantes da exposição de fotografia que esteve patente este ano no Museu da Imagem, mostra dos trabalhos premiados do Concurso de Fotografia da edição 2014. O premiado foi o sr. David Fernandes Gomes Oliveira, de Gualtar, Braga.
Patrocínio: Canon
Apoio: loja FNAC de Braga e entidade regional de turismo do Porto e Norte de Portugal
Media partner: jornal Diário do Minho
Foi apresentado, na sala do Cabido da Sé Catedral de Braga, no passado dia 26 de fevereiro, o programa oficial da Semana Santa de Braga para 2016.
Semana Santa de Braga a Património Imaterial da Humanidade
O município de Braga dá, já na próxima segunda-feira, o primeiro passo formal para a candidatura da Semana Santa de Braga a Património Imaterial da Humanidade ao submeter à apreciação e votação do executivo a proposta de declaração como património imaterial municipal para ser depois ratificada em sede de Assembleia Municipal. O anúncio foi feito ontem pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, na conferência de imprensa de apresentação do programa deste ano das solenidades da Semana Santa.
É a primeira vez que o município de Braga reconhece um evento como património imaterial municipal e fá-lo em dose dupla, já que além da Semana Santa, o executivo é também chamado a dar o mesmo reconhecimento à festa do S. João de Braga. O próximo passo também já tem trabalho adiantado. Já está elaborado o processo para o registo da Semana Santa de Braga no inventário nacional cultural imaterial, numa acção que contará com o apoio do ministro da Cultura, garantiu ontem Ricardo Rio, que deu conta de uma reunião já mantida com a tutela.
O edil agradeceu o trabalho desenvolvido pelo adjunto da vereadora da Cultura e também presidente da Associação de Festas de S. João, Rui Ferreira, na candidatura para o registo no inventário nacional. Cumpridas estas fases, até meados deste ano, o objectivo é avançar com a candidatura a Património da Humanidade, que terá que seguir a sua tramitação.
Ricardo Rio assume que o reconhecimento da Semana santa de Braga como Património Imaterial da Humanidade “não é vaidade nossa”, mas “um acto de justiça”.
A ‘melhor’ Semana Santa conta com ajuda de todos
Braga já se prepara para a Semana Santa com um programa que vai além das celebrações religiosas e que extravasa a ‘semana maior’, incluindo concertos, espectáculos, exposições e até conferências que começam em Fevereiro, e encerra com a visita pascal.
Já declarada de interesse para o turismo, a Semana Santa de Braga ‘ambiciona’ o reconhecimento como Património Imaterial da Humanidade, uma candidatura que avança este ano. Apresentado ontem, o programa das solenidades deste ano, aposta na imagem dos farricocos, um dos ícones da Semana Santa de Braga, e que pretende “ajudar a viver mais e melhor este tempo” afirmou o presidente da Comissão das Solenidades da Semana Santa, cónego Luís Miguel Figueiredo Rodrigues.
“Sendo um acontecimento de ordem religiosa congrega muitas sinergias” afirmou o cónego Luís Miguel Rodrigues, aludindo às “implicações culturais e económicas nos diversos sectores”. Neste contexto, o presidente enalteceu o envolvimento das várias entidades que integram a comissão da Semana Santa, mas também das empresas e dos cidadãos que, a título individual, são o seu contributo e o seu saber em regime de voluntariado que enriquece ainda mais este património imaterial.
O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, tem fé que”esta vai ser a melhor edição da Semana Santa graças ao trabalho de todos aqueles que a tornam possível”. Ricardo Rio escolheu cinco palavras para caracterizar a Semana Santa, a começar pela gratidão que dirigiu ao anterior presidente da Comissão das Solenidades, o cónego Jorge Coutinho pelo empenho e entrega ao longo de tantos anos, e ao seu sucessor por ter assumido a ‘herança’. Mas a gratidão do edil bracarense estende-se a todas as instituições, empresas e aos cidadãos anónimos que se disponibilizam para enriquecer o programa com a sua participação.
A Semana Santa é também um momento de união, ou seja, é “obra de todos os bracarenses e de todos os que participam como figurantes activos ou como espectadores”, realçou Ricardo Rio.
A tradição é outra palavra que marca a Semana Santa, cujo programa não é preciso reinventar, mas antes enriquecer.
O autarca elege também a projecção, ou seja, a aposta em fazer chegar a Semana Santa a todos os que possam visitar Braga, e o reconhecimento deste património imaterial.
Programa cultural complementa celebrações religiosas da quaresma
As celebrações religiosas marcam o ritmo e o calendário, mas a Semana Santa de Braga vive-se também nos concertos, nas exposições e até nas conferências que, este ano, convidam a ‘Olhares sobre… trabalho, educação e arte’ com intervenções de António Guterres, Marçal Grilo, o ministro da Economia Manuel Caldeira Cabral e o antigo dirigente da CGTP, Carvalho da Silva. São as actividades culturais, a promoção e a ornamentação da cidade que ‘absorvem’ o orçamento de cerca de 200 mil euros com que a Comissão das Solenidades da Semana Santa conta este ano.
Sobre a componente financeira, o presidente da comissão, o cónego Luís Miguel Figueiredo Rodrigues, congratulou-se com o compromisso do município de manter o apoio de 40 mil euros, para além do apoio logístico, mas agradeceu também o contributo de empresas e pessoas que, em nome individual, dão o seu contributo, financeiro ou outro.
Em Ano da Misericórdia, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga, Bernardo Reis, anunciou que a Irmandade está empenhada em “dar um novo impulso e melhorar, no que for possível, as cerimónias da quaresma e da Semana Santa”, destacando uma exposição sobre cartazes desta solenidade do período entre 1948 e 2015, em parceria com o município, que irá decorrer na Casa dos Crivos.
Remodelado, o Palácio do Raio – agora centro interpretativo das Memórias da Santa Casa da Misericórdia – acolhe, pela primeira vez, uma exposição sobre ‘paramentos litúrgicos na quaresma e na semana santa’. O Coro da Misericórdia – criado há dois anos – actua, também, pela primeira vez, na Igreja do Hospital.
Para além da Procissão dos Passos, a Irmandade de Santa Cruz promove, de 5 a 18 de Março, uma mostra sobre ‘símbolos da paixão de Cristo’ com 14 pinturas da via sacra que foram recuperadas pela instituição e uma colecção de crucifixos que faz parte do seu espólio. O provedor da Irmandade, Luís Rufo, destacou ainda a (re)inauguração, a 12 de Março, dos calvários de Santa Cruz, marcada pela apresentação do livro ‘Os passos do Senhor na cidade de Braga’, da autoria de Eduardo Oliveira, seguida de visita guiada aos calvários. Em parceria com a Universidade do Minho, a Irmandade de Santa Cruz organiza, no dia 21, o concerto ‘Requiem em Si Bemol Menor – op 89’.
[Texto adaptado do Correio do Minho]
– Coro da Santa Casa da Misericórdia de Braga (direcção: Hugo Torres)
– Coro Juvenil do Conservatório Bomfim (direcção: Alexandra Soares Ribeiro)
– Orquestra de Cordas do Conservatório Bomfim (direcção: Célio Vieira Peixoto)
“Nimrod”, E. Elgar
“Andante Festivo”, J. Sibelius
Orquestra de Cordas do Conservatório Bomfim
Direcção: Célio Vieira Peixoto
“Aus Liebe Will mein Heiland Sterben” (Paixão Segundo S. Mateus), J. S. Bach
“Nun beut die Flur” (A Criação), J. Haydn
Soprano: Ana Paula Matos órgão: Mª do Céu Camposinhos
“Todo aquele que crê e vive em Mim”, Fernando Lapa
“Levantai, ó portas!”, António Cartageno
“Va, Pensiero” (Nabucco), Giuseppe Verdi
Coro da Santa Casa da Misericórdia de Braga
Direcção: Hugo Torres
Órgão: Mª do Céu Camposinhos
“Jesus, Alegria dos Homens” (Cantata 147), J. S. Bach
“Halleluja” – Leonard Cohen “You raise me up”, Rolf Lovland
Coro Juvenil do Conservatório Bomfim
Soprano solista: Ana Paula Matos
Orquestra de Cordas do Conservatório Bomfim
Direcção: Célio Vieira Peixoto
Órgão: Mª do Céu Camposinhos
– Organização da Santa Casa da Misericórdia de Braga –
Patrocínio: BPI e Vila Galé Hotéis
[Entrada livre]
“The armed man. A mass for peace“, de Karl Jenkins.
– Organização da Irmandade de Santa Cruz –
Patrocínio: Luís Rufo – Consultoria.
“Stabat Mater Dolorosa”, de Shubert e “Requiem”, de Mozart.
Maestro: Tiago Ferreira
– Organização da Comissão da Semana Santa –
Patrocínio: Braga Parque, Cachapuz, Costeira, Luís Montenegro, MCM, Pi Creative Studio, SABSEG e Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Um grupo de “farricocos”, alunos do Agrupamento de Escolas Sá de Miranda, percorre as principais ruas do centro histórico de Braga com matracas e instrumentos de percussão tradicionais.
– Organização do Agrupamento de Escolas Sá de Miranda –
Um grupo de farricocos da Santa Casa da Misericórdia, com as suas ruidosas matracas, percorre diversas artérias da cidade, chamando os Irmãos da Misericórdia para a Procissão dessa noite.
– Iniciativa da Irmandade da Misericórdia de Braga –
Na sua origem pagã, eram um grupo de mascarados que percorria as ruas, anunciando a passagem dos condenados e relatando os seus crimes. Já «cristianizados», em tempos antigos, conforme a mentalidade de então, percorriam as ruas chamando os pecadores públicos à sua reintegração na Igreja, depois de arrependidos e perdoados. Era a forma do tempo, de entender a misericórdia para com os pecadores, aos quais tinha sido aplicada a indulgência (ou «endoença»).
Atualmente, atribui-se-lhe um significado substitutivo e residual, de chamamento dos Irmãos da Misericórdia para a procissão da noite. O uso das ruidosas «matracas» para este efeito foi instituído em anos remotos para substituir o toque dos sinos, que nos dias maiores da Semana Santa ficavam silenciosos.